Em decisão histórica, Suprema Corte norte-americana decreta direito a casamento gay em todo o país

Ativistas comemoram decisão que autoriza o casamento gay em frente à Suprema Corte americana (Jim Lo Scalzo)
Ativistas comemoram decisão que autoriza o casamento gay em frente à Suprema Corte americana (Jim Lo Scalzo)

O Supremo Tribunal dos Estados Unidos decretou hoje (26) que o casamento homossexual é um direito em todos os estados do país, em uma decisão considerada histórica. A Suprema Corte considerou que a Constituição dos Estados Unidos exige que todos os estados reconheçam e formalizem o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

A decisão foi recebida com manifestações de júbilo por ativistas dos direitos dos homossexuais que se concentraram junto ao edifício do Supremo.

O amor venceu

Em suas páginas nas redes sociais, o presidente Barack Obama publicou a mensagem “Love wins” (o amor vence) e a imagem do site da Casa Branca foi pintada de todas as cores, celebrando o direito fundamental ao casamento para todos.

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Mark Zuckerberg (Foto: Facebook)

Várias personalidades mundiais se pronunciaram sobre a decisão. Mark Zuckerberg, o jovem criador do Facebook, e que tem mais de 32 milhões de seguidores em seu perfil, publicou em sua página na rede social: “Nosso país foi fundado sob a promessa de que todas as pessoas são criadas igualmente, e hoje nós demos mais um passo na direção de cumprir essa promessa. Estou muito feliz por meus amigos e todos da nossa comunidade que finalmente podem celebrar seu amor e ser reconhecidos como um casal perante a lei. Ainda temos muito o que fazer para atingir a igualidade total para todos em nossa comunidade, mas estamos caminhando na direção certa”.

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, parabenizou o Tribunal Supremo dos Estados Unidos e afirmou que representa “um grande passo para os direitos humanos”. Segundo Ban, por meio de seu porta-voz, negar aos casais homoafetivos o reconhecimento legal consiste em “uma discriminação generalizada” e a decisão de hoje terminará com essa situação.

 

 

 

(ECO Brasília, com informações da Agência Brasil e EFE)

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